Presidentes brasileiros assassinados

Por: Laércio Becker (*), de Curitiba-PR

Quando foi divulgado pela imprensa que a presidente argentina Cristina Kirchner tinha câncer, o presidente venezuelano Hugo Chavez insinuou que os casos de câncer envolvendo os líderes da esquerda sul-americana (o próprio Chavez, Cristina, Lugo e Lula) poderiam ser fruto de uma conspiração continental. Só que, depois de exames mais aprofundados, o diagnóstico de Cristina foi revisto e ninguém mais falou sobre isso.

Uma pena. Porque seria uma boa oportunidade para discussão de teorias (chamadas pejorativamente de “conspiratórias”) quanto ao assassinato de presidentes brasileiros. Sem pesquisar muito a fundo, mas apenas me servindo do material que já tenho para outras finalidades, posso enumerar seis casos – cuja grande fraqueza é, evidentemente, a falta de provas. Vamos resumi-los a seguir.

Getúlio
Desde criança ouço que Getúlio Vargas “foi suicidado”. Onde há fumaça… há tiro. Por acaso, ao pesquisar outro assunto, deparei-me com uma informação que desconhecia e que considero intrigante.

Familiares e amigos no enterro de Vargas. Foto: al.sp.gov.br

Como é sabido, no auge da crise político-militar de 1954, alguns generais assinaram um manifesto exigindo o afastamento de Vargas. O general Zenóbio da Costa, ministro do Exército, levou o manifesto ao presidente, exigindo seu afastamento, como única solução para a crise – para surpresa do general Odylio Denys, já que Zenóbio era considerado um dos últimos fiéis ao presidente.

Getúlio aceitou licenciar-se temporariamente do cargo. O marechal Mascarenhas de Moraes notou que Zenóbio e Odylio saíram da reunião preocupados com a reação que teriam os seus comandados quando soubessem que a solução seria temporária (licença), não definitiva (renúncia). E então acontece um episódio um tanto perturbador, assim descrito nas memórias do marechal Juarez Távora:

“Quando já ia despedir-me do ministro e retirar-me, ouvi interpelação a este feita, por um grupo de oficiais mais exaltados, se – esgotada a licença em que ia entrar o presidente, e voltando ele ao poder, não retornaria ao mesmo regime de desmandos que acabava de levá-lo, agora, a licenciar-se da Presidência… A resposta dada pelo ministro a essa interpelação foi diferente de tudo aquilo que eu podia esperar ouvir de sua boca: ‘podem ficar tranqüilos; ele não voltará’. Ouvi-a contristado e perplexo, porque significava, no fundo um procedimento futuro, das Forças Armadas, em desacordo com compromissos anteriores e, sobretudo, com o assumido na reunião daquela madrugada, no Catete.”

Odylio e o general Juracy Magalhães confirmam o episódio. As três testemunhas (Juarez, Odylio e Juracy) entendem que, ao descobrir que Zenóbio havia dito isso, Getúlio sentiu-se traído e humilhado, a ponto de suicidar-se. Mas há outra leitura possível: poderia haver um plano secreto para assassinar Vargas. Aliás, tanto não seria suicídio que a própria “carta-testamento” não foi assinada e, segundo o próprio Juracy, não era de autoria de Getúlio.

JK
Pela versão oficial, Juscelino Kubitschek morreu num acidente automobilístico, na Via Dutra. Mas há algo de estranho em torno do caso, como podemos ver no livro do jornalista Geneton Moraes Neto.

O carro de JK após o acidente que tirou sua vida – Opala que era conduzido por Geraldo Ribeiro, seu motorista

Uma suspeita é que, assim como o ex-chanceler chileno Orlando Letelier, JK foi assassinado diante da perspectiva de vitória do Partido Democrata, nos EUA, que teria uma simpatia por ambos os políticos. Ambos foram mortos num intervalo de poucas semanas. Letelier foi vítima de uma bomba, isso é indiscutível, mas não há provas de que JK tenha sofrido um atentado.

Mesmo assim, as versões extraoficiais são as de que: (i) JK foi baleado na cabeça por um atirador de elite, numa reedição do assassinado de JFK; (ii) o Opala em que viajava foi alvo de uma sabotagem; e (iii) o carro carregava uma bomba que explodiu, assim como no caso Letelier.

Um fato estranho e inegável é que, uma semana antes da morte de JK, correu um boato de que ele teria sido morto num acidente de carro na Via Dutra. A hipótese lançada por sua amiga Vera Brandt é de que aquilo foi um teste para saber como seria a reação da população, se haveria uma comoção nacional ou algo do gênero. Como concluíram que a reação não foi muito grande, assassinaram-no na semana seguinte.

Outra questão estranha é que desapareceram os negativos das únicas fotos do cadáver. Perguntado sobre o assunto pelo jornalista em 1996, o instituto de criminalística se recusou a dar informações, sob a justificativa de que, vinte anos depois, ainda se trata de um assunto de segurança nacional. Será que realmente havia alguma marca de tiro?

Jango
De acordo com a história oficial, João Goulart morreu de infarto agudo do miocárdio. De fato, ele tinha sérios problemas de saúde. Mas há quem diga que ele foi mais uma vítima da Operação Condor, que envolvia os serviços de inteligência de Argentina, Brasil, Chile e Paraguai.

De acordo com uma das versões alternativas da história, ele foi morto por seus procuradores e familiares, que queriam se apropriar de seu patrimônio. Argumenta-se que um indício é o fato de que a família não autorizou a necrópsia, que poderia desvendar o mistério. Só que, em 2007, a família pediu à Procuradoria-Geral da República uma investigação sobre a morte de Jango.

Há quem diga, porém, que os remédios para o coração dele, que eram importados da França, foram trocados numa ação da CIA e dos serviços secretos do Brasil e da Argentina. Fato é que os três grandes opositores do regime, JK, Jango e Carlos Lacerda, morreram num intervalo de poucos meses. Como diria o Dr. Ivo Bittencourt, “as coincidências foram feitas para coincidir”.

Segundo uma das acusações, a ação se deu mediante a injeção de veneno (recebido da CIA) nos citados remédios. E o famoso delegado Fleury, do Dops (Departamento de Ordem Política e Social, de São Paulo), teria recebido uma ordem do presidente Ernesto Geisel. Como bem coloca Léo de Almeida Neves, soa particularmente difícil de compreender o envolvimento de Geisel, considerando uma visão de conjunto de seu governo. Ademais, as mortes de JK e Jango criaram para ele vários embaraços, à direita e à esquerda, como vemos no livro do general Sylvio Frota. Segundo Armando Falcão, Geisel teria comentado, quando da morte de JK: “Tanto que pedi a Deus para que esse homem não morresse no meu governo!”. Como disse o jornalista Elio Gaspari, com a morte de Jango, “a ditadura fabricou uma alucinação, associando o temor que tivera das colunas esquerdistas de 1964 ao medo que teve da multidão que carregou o caixão de JK pelas ruas”.

O problema, como sempre, é a falta de provas e, diz Jorge Ferreira, a falta de credibilidade dos que fizeram essas acusações. No entanto, diz o autor, não é possível descartar totalmente a hipótese de atentado. Mas ressalta a necessidade de encontrar as provas.

Castello
É sabido que o marechal Castello Branco não queria ser sucedido pelo marechal Costa e Silva, mas por um civil, como o deputado Bilac Pinto. Mas foi obrigado e, muito contrariado, acabou tendo de transmitir o poder a ele.

Pouco depois, já tinha desconfianças contra seu sucessor. Seu ex-assessor de imprensa, José Wamberto, diz que ele havia lhe telefonado para dizer que estava pensando em romper o silêncio que se impusera a respeito do governo Costa e Silva. Chamou o senador Daniel Krieger, líder da Arena (Aliança Renovadora Nacional, o partido dos defensores do regime) e disse o seguinte:

– Senador, o governo prepara-se para romper a legalidade. E eu não estou de acordo com esse desnecessário retrocesso. O senhor vai percorrer todo o País, mobilizando a Arena. Eu me encarregarei do setor militar. Vamos, em conjunto, frustrar esses desígnios.

Dezesseis dias depois dessa conversa, ele morreu num acidente aéreo, numa estranha colisão com um avião da Base Aérea de Fortaleza.* Em 13.12.2006, a revista IstoÉ publicou documentos que colocavam sob suspeita o suposto acidente. O motivo do assassinato, segundo a revista, é que Castello preparava-se para fazer um pronunciamento criticando Costa e Silva. Comentário de Elio Gaspari: “Se o governo se preparava para romper a legalidade, acabara-se num acidente estúpido o único homem capaz de, sozinho, encarregar-se do setor militar”.

*Segundo Armando Falcão, em 1963, o comandante dessa mesma Base Aérea havia proposto abater o avião presidencial que levaria o presidente João Goulart a João Pessoa. Foi dissuadido a tempo por Falcão e mais três militares.

Costa e Silva
Segundo a história oficial, o marechal Artur da Costa e Silva sofreu uma trombose cerebral (atualmente, chama-se de acidente vascular cerebral – AVC), não se recuperou e, depois de alguns meses, acabou falecendo de um infarto fulminante.

Os mais detalhados relatos desse período são os livros do jornalista Carlos Chagas, então assessor de imprensa da Presidência, e do general Jayme Portella de Mello, então chefe do Gabinete Militar. O que vemos nessas obras é que Costa e Silva ficou severamente contrariado com as atitudes de alguns generais, o que poderia ter levado a um quadro de estresse tão grande que teria causado o AVC. Também vemos que, poucos dias antes de morrer, ele entrou em depressão porque concluiu que não recuperaria mais os movimentos e a fala. Além disso, sentiu-se traído pelo seu amigo general Emilio Garrastazu Medici que, eleito presidente da República, nomeou para um cargo e condecorou um de seus desafetos.

Segundo o então ministro Jarbas Passarinho, Costa e Silva tinha a intenção de revogar o Ato Institucional nº 5 (AI-5) e reabrir o Congresso. Confidenciando ao general Medici, este foi contra. Não seria o único, muitos generais seriam contrários, se soubessem. Se a indecisão quanto à assinatura do AI-5 já havia colocado a presidência em risco de golpe, com maior razão a eventual revogação do ato.

Além disso, sob a ordem de Costa e Silva, o vice-presidente Pedro Aleixo (que votara contra o AI-5) havia elaborado um projeto de Emenda Constitucional (EC) que tentaria trazer o regime de volta à legalidade. Depois, quando esteve impossibilitado de exercer o cargo em função da hemiplegia decorrente do AVC, a Emenda foi substancialmente deformada e promulgada como EC nº 1, de 1969, que manteve o AI-5 em vigor.

Enfim, pode-se dizer que, para os setores mais radicais do regime, que chegaram a cogitar de derrubar o presidente, o AVC foi muito oportuno. Daí a pergunta: terá sido mesmo um AVC?

O general Portella reconhece que, na época, havia muitos boatos de que, durante o governo da Junta Militar, o presidente já havia morrido e era preservado embalsamado. Os minuciosos relatos de Chagas e Portella, porém, parece afastarem essa hipótese. Ademais, o próprio serviço de inteligência dos EUA, que monitorava a sua saúde, dez meses antes do AVC já previa que ele sofreria um derrame ou ataque cardíaco, porque sabia que tinha arteriosclerose e lapsos de memória.

Salvo engano, o verdadeiro mistério cobre as circunstâncias da morte. Pelo que vemos nos livros citados, o capitão-médico Dr. Hélcio Simões Gomes e o próprio general Portella estiveram o tempo todo presentes no Palácio Guanabara, acompanhando esse período de recuperação do AVC. Nos dias de maior tensão, o general Portella chegou a dormir no Palácio com uma arma sob o travesseiro, pronto para qualquer eventualidade. Assim também o Dr. Hélcio, que sacrificou a família para permanecer permanentemente ao lado de Costa e Silva.

No entanto, quando já se pensava que o quadro clínico do ex-presidente já havia estabilizado, o general Portella aceitou o convite de um amigo do Espírito Santo, e viajou com a família para Guarapari, em 16.12.1969. No dia 17, o Dr. Hélcio “foi à sua residência, ver a família, o que não fazia diariamente, para não deixá-lo só com o médico de plantão e os enfermeiros. Em casa, foi avisado que o presidente estava passando mal e voltou rapidamente para o Palácio, já o encontrando morto” (cf. Portella).

Não deu outra: bastou a ausência conjunta do general Portella e do Dr. Hélcio para Costa e Silva falecer. Apesar das circunstâncias serem no mínimo estranhas, o maior problema de defender uma hipótese de homicídio doloso é a questão do motivo. Se para afastá-lo do poder, no dia do AVC, havia motivo, é difícil encontrar uma justificativa suficientemente forte para assassinar um ex-presidente que nem sequer podia se comunicar.

Tancredo

José Sarney e Tancredo Neves

Pela história oficial, Tancredo Neves morreu em conseqüência de uma diverticulite. Há quem diga, porém, que foi envenenado, tanto que seu mordomo sentiu dores similares, teve o mesmo diagnóstico, também foi operado e faleceu. Outra versão diz que foi um atentado à bala, em Minas Gerais, testemunhado por jornalistas. Dizem que uma dessas jornalistas era Glória Maria, que teria levado um tiro, razão pela qual passou um bom tempo fora do ar. Outros jornalistas teriam sido enviados para o exterior, para não revelarem o que aconteceu.

Ronaldo Costa Couto, ex-secretário de estado de Tancredo em Minas Gerais, entende que ele foi vítima de um homicídio culposo, dentro do hospital. Segundo ele, o presidente desconfiava dos remédios que lhe davam e chegou a comentar que Lacerda havia sido morto num hospital.** Costa Couto não afasta totalmente a hipótese de que tenha sido doloso (intencional), mas não a adota por falta de provas. Acha que foi culposo mesmo: erro médico.

Outra teoria que paira sobre o caso é que Tancredo já estava morto e embalsamado há vários dias – ou, pelo menos, desde o dia anterior, quando teve morte cerebral, cf. Veja – mas a notícia foi postergada primeiramente para garantir a posse do vice Sarney e, depois, para o óbito cair oficialmente no dia de Tiradentes.

**As mortes de Tancredo e Lacerda no hospital lembram o estranho caso de Café Filho. Como é sabido, em 1955, ele se afastou da Presidência por um problema cardíaco. Seu substituto, o presidente da Câmara, Carlos Luz, demitiu o general Lott do Ministério do Exército e foi por ele derrubado, no episódio conhecido como “novembrada”. Em suas memórias, Café Filho registra passo a passo como se deu a necessidade de sua internação no hospital. Mas há quem considere que ele nunca esteve doente. Que aquilo foi um pretexto para tirar das mãos de Café Filho a responsabilidade pela demissão de Lott. Veja-se o relato de José Maria Alkmim a JK (apud Murilo Melo Filho):

– Afinal de contas, era necessário desvendar aquele enigma e saber se estava mesmo doente ou não. Conseguimos driblar a severa vigilância em torno do apartamento presidencial no 11º andar do HSE [Hospital dos Servidores]. Quando adentramos, tivemos uma surpresa: Café estava radiante, barba feita, sorriso largo, cabelo alinhado, o quarto bem arrumado, com uma poltrona num canto e um livro ao lado, revelando que o doente ali estivera até há bem pouco tempo. Nenhum sinal de doença, remédios, aparelhos, médicos, nada. Saí dali absolutamente certo de que uma enorme farsa havia sido montada.

Ou seja, verdade ou não, em tese, um hospital pode servir para matar um presidente, para simular que está vivo e até para fingir que está doente. (Até quando?…)


Matéria com data de 08 de maio de 2012.

(*) Laércio Becker é Autor do livro “O P-16 Tracker e a Aviação Embarcada”, publicado pelo Instituto Histórico-Cultural da Aeronáutica (Incaer) em 2009, bem como do e-book “Do fundo do baú: pioneirismos no futebol brasileiro”, publicado no site Campeões do Futebol. Colaborador eventual da Seção do Arquivo Histórico da Brigada de Infantaria Paraquedista. E-mail: laerciobecker@bol.com.br

Fontes:

BOJUNGA, Claudio. JK: o artista do impossível. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. p. 710-27.

CAFÉ FILHO, João. Do sindicato ao Catete: memórias políticas e confissões humanas. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1966. v. 2, p. 552 e ss.

CASTELLO BRANCO, Carlos. Os militares no poder: de 1964 ao AI-5. 2ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2007. p. 423.

CHAGAS, Carlos. 113 dias de angústia: impedimento e morte de um presidente. 2ª ed. Porto Alegre: L&PM, 1979. p. 29, 186-7.

COSTA COUTO, Ronaldo. História indiscreta da ditadura e da abertura. Rio de Janeiro: Record, 1998. p. 424-32.

DENYS, Odylio. Ciclo revolucionário brasileiro: memórias. Rio de Janeiro: Bibliex, 1993. p. 55.

FALCÃO, Armando. Tudo a declarar. 2ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1989. p. 249-50, 391.

FERREIRA, Jorge. João Goulart: uma biografia. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2011. p. 668-74.

FICO, Carlos. O grande irmão: da operação Brother Sam aos anos de chumbo: o governo dos Estados Unidos e a ditadura militar brasileira. 2ª ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2008. p. 189.

FROTA, Sylvio. Ideais traídos. Rio de Janeiro: Zahar, 2006. p. 308-12.

GASPARI, Elio. A ditadura envergonhada. São Paulo: Companhia das Letras, 2002. p. 261.

GASPARI, Elio. A ditadura encurralada. São Paulo: Companhia das Letras, 2004. p. 316.

HAMA, Lia. Quem matou os presidentes? Você acredita mesmo nas versões oficiais sobre as mortes de João Goulart, Juscelino Kubitschek e Tancredo Neves? Superinteressante, São Paulo, nº 205-A (“O livro negro das conspirações”), p. 38-41, out. 2004.

KRIEGER, Daniel. Desde as missões… saudades, lutas, esperanças. 2ª ed. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1977. p. 275.

MAGALHÃES, Juracy. Minhas memórias provisórias. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1982. p. 139.

MAGALHÃES, Juracy. O último tenente. 3ª ed. Rio de Janeiro: Record, 1996. p. 279-80.

MASCARENHAS DE MORAES, João Batista. Memórias. 2ª ed. Rio de Janeiro: Bibliex, 1984. v. 2, p. 578.

MELLO, Jayme Portella de. A Revolução e o governo Costa e Silva. Rio de Janeiro: Guavira, 1979. p. 781 e ss., 969-70.

MELO FILHO, Murilo. Testemunho político. Rio de Janeiro: Bloch, 1997. p. 204.

MONIZ BANDEIRA, Luiz Alberto. O governo João Goulart. 8ª ed. São Paulo: Unesp, 2010. p. 423 e ss.

MORAES NETO, Geneton. Dossiê Brasil. 3ª ed. Rio de Janeiro: Objetiva, 1997. p. 27-38.

NETO, Lira. Castello: a marcha para a ditadura. São Paulo: Contexto, 2004. p. 408, 412-4.

NEVES, Léo de Almeida. Segredos da ditadura de 64. São Paulo: Paz e Terra, 2010. p. 127-9.

NOGUEIRA, Paulo. A verdade está lá fora. Galileu, São Paulo, nº 152, p. 28, mar. 2004.

OLIVEIRA, Maurício. A maldição do poder. Superinteressante, São Paulo, nº 218 (“O livro das conspirações 2005”), p. 27, 2005.

PASSARINHO, Jarbas. Um híbrido fértil. 3ª ed. Rio de Janeiro: Expressão e Cultura, 1996. p. 354-5.

TÁVORA, Juarez. Uma vida e muitas lutas: memórias. Rio de Janeiro: Bibliex, 1976. v. 2, p. 254.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *